A Viagem à Belo Horizonte foi uma experiência
enriquecedora em nossa formação sob vários aspectos.
Num primeiro momento, a descoberta e o desbravar de um
lugar novo foi importante para alimentar nossas referências e contribuir na
formação do nosso repertório arquitetônico, urbano e, principalmente humano.
O contraste de paisagens, bem como o aprimorar do olhar
sobre o espaço urbano foram decisivos para que pudéssemos retomar o que havia
estudado em teoria de urbanismo sobre o Plano de Aarão reis e melhor entender o que se propunha, suas consequências e resultados.
Num segundo momento, conhecer a Pampulha proporcionou uma sensação de
bem-estar, de presentear nosso olhar com uma mistura de natureza e arquitetura
que refletia harmonia. O entorno da lagoa, o toque de Niemeyer sobre aquele
lugar nos fizeram experimentar uma das melhores sensações de serenidade e
calma.
A Praça da Liberdade e a Praça do Papa foram outros dois
locais onde pudemos observar a cidade de perspectivas diferentes.
Num terceiro momento, conhecer Inhotim e se deixar encantar
por seu paisagismo exuberante, seus pavilhões inusitados, curiosos, bonitos nos
fizeram acreditar que existe um Brasil muito mais extenso do que pensavamos e além disso, nos
fizeram mais confiantes na arquitetura ‘de
novos arquitetos’. | Esq.: Fernanda, Camilla P. ,Maria Eduarda, Camila Maria, Carolynne |
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